D | QUARTO PASSO

Quarto Passo – Pesquisa Diagnóstico dos Ativos e Necessidades

A terceira tarefa da Equipe de Articulação é realizar a Pesquisa Diagnóstico dos Ativos e das Necessidades da sua localidade. A elaboração desse diagnóstico é uma tarefa prática, feita com trabalho de campo e muitas oficinas, lançando mão de metodologias participativas já consagradas. O Diagnóstico dos Ativos e das Necessidades será feito num prazo curto (não mais do que 30 dias) e em regime de trabalho concentrado. Novamente aqui, uma vez elaborado o diagnóstico pela Equipe de Articulação ampliada em cada localidade, ele será compartilhado com a Rede de Desenvolvimento Comunitário respectiva para ser validado.

Uma questão importante que deve ser levada em conta durante a realização da Pesquisa Diagnóstico dos Ativos e das Necessidades, é a de que existem muitos tipos de diagnósticos. Existem diagnósticos técnicos, feitos por especialistas e existem diagnósticos participativos, feitos pelos participantes de um programa ou projeto. A presente metodologia enfatiza a natureza participativa do diagnóstico local. Mesmo assim, existem vários tipos de diagnósticos participativos, seja porque adotam metodologias diferentes, seja porque têm focos diferentes. Em geral os diagnósticos, tanto os técnicos quanto os participativos, preocupam-se apenas com potencialidades e viabilidades econômicas e com carecimentos e necessidades em diversas áreas. Assim, freqüentemente, deixam de levar em conta as potencialidades humanas e sociais presentes.

A metodologia adotada sugere organizar as informações em dois mapas: o Mapa dos Ativos (o que já temos – os recursos de toda ordem, as potencialidades que podem ser dinamizadas – para atingir o futuro desejado) e o Mapa das Necessidades (quais os problemas que devemos superar, os obstáculos que devemos contornar e os carecimentos que devemos satisfazer para percorrer o caminho em direção a tal futuro). Além disso, prevê-se aproveitar o momento de realização do diagnóstico para calcular indicadores que permitam medir e acompanhar, com mais objetividade, a efetividade do processo de desenvolvimento que está sendo induzido.

O Seminário de Visão de Futuro é um passo preparatório para a elaboração do Diagnóstico dos Ativos e das Necessidades e do Plano Participativo porque, via de regra, vemos o que queremos ver ou o que estamos predispostos a ver. Portanto, quando uma coletividade vai fazer um diagnóstico é importante que ela já tenha exercitado a sua capacidade de imaginar e desejar um futuro alternativo, para espanar aquela poeira da tradição que não lhe permitirá enxergar claramente o que está mais adiante.

Todavia, muitas vezes, o chamado diagnóstico não passa de uma soma de informações sobre a localidade levantadas junto a instituições governamentais e não-governamentais juntamente com um levantamento de potencialidades e vocações econômicas. Além destes dados, são também levantados dados secundários em bancos de dados municipais no estado, no governo federal, universidades, projetos e programas que já foram realizados, etc. Tudo isso, por certo, é muito útil. Mas não é suficiente, pois algumas informações devem ser colhidas em campo.

Na metodologia adotada a elaboração do Diagnóstico dos Ativos e das Necessidades será feita com base em um roteiro de questões objetivas – auxiliados por pesquisa complementar concomitante.

FORMULÁRIOS PARA MAPA DOS ATIVOS E DAS NECESSIDADES

(O número mínimo de questionários é igual ao número previsto para conectados à Rede na localidade escolhida).

MAPA DOS ATIVOS

1 – Existe alguma área de proteção ambiental na localidade? Qual(is)? Onde? (Colocar o(s) nome(s), as características e o(s) endereço(s) da(s) área(s)).

2 – Existem terrenos ou prédios vazios ou abandonados? (Nomes, características, propriedade e endereços).

3 – Onde é depositado o lixo da localidade? E o que é feito com ele depois?

4 – Quais as rádios comunitárias ou particulares ou governamentais/para-governamentais funcionam ou transmitem sinal na região? (Nome, endereço, nome, e-mail e endereço do responsável).

5 – Quais são os jornais, revistas ou boletins da localidade? (Nome da publicação, tipo, tiragem, nome, e-mail e endereço do responsável).

6 – Como se faz para anunciar algo importante e alcançar o maior número possível de pessoas na localidade (comunicação)?

7 – Quantas empresas existem na localidade? Qual o porte delas (grande, média, pequena e micro)?Quantas escolas públicas e/ou particulares existem na localidade? (Nome, endereço, nome, e-mail e endereço do responsável) Listar inicialmente as escolas que estão engajadas nos programas Escola Aberta e Abrindo Espaço e em outras iniciativas comunitárias.

9 – Existem faculdades e/ou universidades? Quais? (Nome, endereço, nome, e-mail e endereço do responsável).

10 – Quais agências bancárias atuam na localidade? (Nome, endereço, nome, e-mail e endereço do gerente).

11 – Existem reservas indígenas? Quais e onde?

12 – Quais são os postos de saúde ou hospitais que atendem a localidade? (Nome, endereço, nome e e-mail do responsável).

13 – Quais movimentos populares atuam na localidade (sem-terra, sem teto, ambiental, etc.)? (Nome, tipo, endereço, nome, e-mail e endereço do responsável).

14 – Quais são as ONGs que atuam na localidade (incluindo associações, clubes de mães, grupos ambientalistas etc.)? (Nome, tipo, endereço, nome, e-mail e endereço do responsável).

15 – Quem são os agentes comunitários de saúde (e outros agentes)? (Nome, endereço, telefone e e-mail).

16 – Quantos são os postos policiais, bombeiros, SAMU, que atuam na localidade? (Recolher dados secundários).

17 – Quais programas e projetos governamentais atuam na localidade (federais, estaduais, e municipais) com a participação da população? (Listar e descrever) (Nome, tipo, endereço nome, endereço e e-mail do responsável na localidade. Recolher dados secundários).

18 – Quais programas e projetos não governamentais atuam na localidade (federais, estaduais, e municipais) com a participação da população? (Listar e descrever) (Nome, tipo, endereço nome, endereço e e-mail do responsável na localidade).

19 – Quantas livrarias e bibliotecas existem na localidade? (Nome, endereço, nome, endereço e e-mail do responsável).

20 – Quantos telecentros existem na localidade? E cyber cafés ou lan-houses? (Nome, tipo, endereço, nome e e-mail do responsável).

21 – Existe alguma festa típica ou comemoração na localidade? Quais? (Nome, tipo, endereço onde se realiza, nome e e-mail de um responsável).

22 – Existe alguma tradição culinária específica da localidade? (Nome, tipo de culinária, endereço de um responsável).

23 – Quem são as principais personalidades da localidade (pessoas reconhecidas dentro e fora da localidade)? (Nome, endereço, e-mail).

24 – Quem são os conselheiros (de conselhos de políticas públicas) que moram (ou atuam) na localidade? (Nome, conselho a que pertence, endereço e e-mail).

25 – E os líderes espirituais? (Nome do líder, endereço, e-mail, nome do movimento espiritual, igreja, religião, seita ou similar).

26 – E os desportistas de renome municipal, estadual ou nacional? (Nome do desportista, endereço, e-mail, tipo de esporte).

27 – E os artistas e intelectuais de renome municipal, estadual ou nacional? (Nome do artista ou intelectual, endereço, e-mail, tipo de trabalho que realiza).

28 – Como é a infra-estrutura de serviços (latu sensu) da localidade? Não valem dados secundários: recolher a opinião das pessoas entrevistadas. Classificar segundo as notas seguintes: 5 = Ótimo; 4 = Bom; 3 = Regular; 2 = Insuficiente; 1 = Totalmente insatisfatório; 0 = Ausente.

Água
Energia elétrica
Limpeza Urbana
Esgotamento sanitário
Escoamento pluvial
Lazer
Saúde
Educação
Transporte coletivo
Pavimentação
Iluminação pública
Segurança pública
Moradia
Acessibilidade
Outros serviços

29 – Quais são os principais recursos naturais da localidade? Listar apenas os principais.

30 – O que mobiliza a população da localidade (festa, comemoração, campeonato ou outro evento)? Listar os eventos, se possível registrando o nome, endereço e e-mail dos responsáveis.

31 – Quais as iniciativas de desenvolvimento local que existem na localidade? Listar apenas aquelas ações realizadas em parceria.

32 – Qual o principal ativo da localidade?

MAPA DAS NECESSIDADES

1 – Quais são as gangues que atuam na localidade? (Nome e características das gangues, crimes que cometem, bairros onde atuam etc.).

2 – Quais os principais problemas com lixo, poluição e degradação ambiental?

3 – Quais os principais problemas de falta de infra-estrutura de serviços (latu sensu) na localidade?

Água
Energia elétrica
Limpeza Urbana
Esgotamento sanitário
Escoamento pluvial
Lazer
Saúde
Educação
Transporte coletivo
Pavimentação
Iluminação pública
Segurança pública
Moradia
Acessibilidade
Outros serviços

4 – Quais os casos notórios de corrupção e impunidade de autoridades ou representantes políticos e de “representantes” sociais na localidade? A) Representantes políticos e seus prepostos; B) “Representantes” sociais.

5 – Quais os casos notórios de discriminação política e perseguição política?

6 – Quais os casos notórios de incompetência do governo na localidade? Identificar e datar os casos apontados..

7 – Como é o clima da participação política na localidade? (Competição exacerbada, clima adversarial, sectarismo, partidarização excessiva, representacionismo, assembleísmo, assistencialismo, clientelismo, centralização) Apreciação qualitativa (subjetiva do entrevistado).

8 – Como é o clima da convivência social na localidade? (Hostil, astral carregado, falta de humor, de simpatia e de gentileza, de delicadeza)? Apreciação qualitativa (subjetiva do entrevistado).

9 – Qual a taxa de rotatividade na direção das organizações representativas e nas organizações expressivas da sociedade civil da localidade? (Para fazer uma apreciação qualitativa o entrevistador deve verificar a rotatividade em dez organizações da sociedade civil da localidade, escolhidas ao acaso, em bairros diversos).

10 – Como são cuidadas pela população as construções, praças e espaços públicos na localidade? Apreciação qualitativa (subjetiva do entrevistado).

11 – Qual a principal necessidade da localidade?

12 – Quantos são os dependentes beneficiários na localidade (bolsa família, vales)? Recolher dados secundários, se possível, abrindo por bairro.

13 – Quantos são analfabetos na localidade? Recolher dados secundários, se possível, abrindo por bairro.

14 – Quais as taxas de distorção idade-série (ou outro indicador de insucesso) repetência e evasão escolares no ensino fundamental? Recolher dados secundários, se possível, abrindo por bairros.

15 – Qual a relação ingresso no ensino médio/ingresso no ensino fundamental no mesmo ano? Recolher dados secundários, se possível, abrindo por bairros.

16 – Quantos são as crianças, os idosos, e as pessoas portadoras de necessidades especiais abandonados ou necessitando de cuidados? Recolher dados secundários, se possível, abrindo por bairros.

17 – Quais são os casos de pedofilia, violência e abuso contra crianças e jovens? Recolher dados secundários, se possível, abrindo por bairros.

18 – Quantos foram os casos de violência contra a mulher (no último ano)? Recolher dados secundários, se possível, abrindo por bairros.

19 – Quantos foram os casos de trabalho infantil (no último ano)? Recolher dados secundários, se possível, abrindo por bairros.

20 – Quantos foram os casos de violência doméstica (no último ano)? Recolher dados secundários, se possível, abrindo por bairros.

21 – Quantos foram os casos de crime (e violência em geral) nesta localidade (no último ano)? Recolher dados secundários, se possível, abrindo por bairros.

22 – Quantos foram os casos de gravidez precoce entre os jovens (no último ano)? Recolher dados secundários, se possível, abrindo por bairros.

23 – Quantos passam fome ou estão em condição de desnutrição na localidade (no último ano)? Recolher dados secundários, se possível, abrindo por bairros.

24 – Quantos são os dependentes químicos e de álcool na localidade? Recolher dados secundários, se possível, abrindo por bairros.

25 – Quais são as principais doenças endêmicas e epidêmicas registradas? Recolher dados secundários, se possível, abrindo por bairros.

26 – Quantos são os casos de DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis) e AIDS na localidade? Recolher dados secundários, se possível, abrindo por bairros.

27 – Quantos são os doentes mentais? Recolher dados secundários, se possível, abrindo por bairros.

28 – Quais os casos de discriminação por etnia, língua, nacionalidade, religião, ou opção sexual? Recolher dados secundários, se possível, abrindo por bairros.

29 – Quantos são os que se encontram em situação de desemprego, subemprego ou falta de ocupação? Recolher dados secundários, se possível, abrindo por bairros.

30 – Quem são os sem-teto na localidade? Recolher dados secundários, se possível, abrindo por bairros.

31 – Quem são os sem-terra na localidade? Recolher dados secundários, se possível, abrindo por bairros.

32 – Quantas são as vilas (favelas) na localidade? Recolher dados secundários, se possível, abrindo por bairros.

33 – Quantas são as construções precárias ou em terreno de risco na localidade? Recolher dados secundários, se possível, abrindo por bairros.

CONFECÇÃO DO MAPA DOS ATIVOS E DAS NECESSIDADES

Uma vez recolhidos, tabulados e sistematizados, os dados fornecidos pelos questionários acima serão consolidados em dois mapas, dando destaque para aqueles ativos que devem ser dinamizados e para aqueles carecimentos que devem ser satisfeitos (ou problemas e obstáculos que devem resolvidos ou superados) para que a localidade possa alcançar o futuro desejado.

É interessante encontrar uma forma gráfica simplificada para divulgar esses mapas, pois eles deverão ser apresentados aos participantes conectados à Rede do Desenvolvimento Comunitário para validação.

VALIDAÇÃO DO DIAGNÓSTICO NA REDE

Os participantes da Pesquisa Diagnóstico dos Ativos e das Necessidades terão a tarefa de procurar – de preferência pessoalmente – os conectados à Rede do Desenvolvimento Comunitário, levando um formulário com os seguintes elementos:

Mapa dos Ativos e das Necessidades (dois cartazes com uma boa solução gráfica).

1 – Você concorda com esse Diagnóstico da sua localidade?

____ SIM

____ NÃO

2 – O que você gostaria de acrescentar (ativos que não foram percebidos ou necessidades que não foram detectadas)?

O resultado dessas consultas devem ser tabulados e sistematizados. A Equipe de Articulação fará então uma reunião para consolidar o Diagnóstico validado pela rede.

 

QUESTÕES PARA DISCUSSÃO

27 – Qual o sentido de fazer uma Pesquisa Diagnóstico dos Ativos e das Necessidades sem qualquer método científica (sem adotar critérios de amostragem, sem usar procedimentos objetivos de totalização e sistematização de resultados etc.)?
a) Não faz mesmo muito sentido e essa é uma das deficiências da metodologia adotada.
b) Na verdade a Pesquisa Diagnóstico dos Ativos e das Necessidades é uma oportunidade de verificar a consciência da Rede do Desenvolvimento Comunitário – e não da população em geral – sobre o que ela considera como ativos e necessidades, tendo em vista um futuro almejado e isso não exige uma pesquisa de opinião com os critérios habituais.
c) Não se pode afirmar que os critérios adotados não sejam científicos por não adotarem os padrões e procedimentos utilizados em pesquisas de opinião, pois aqui não se trata de pesquisa de opinião que tome como universo a população de uma localidade e sim, apenas, os participantes conectados à Rede do Desenvolvimento Comunitário.
d) Nenhuma das alternativas anteriores.

28 – Não seria mais correto contratar uma consultoria técnica (ou fazer uma parceria; por exemplo, com uma Universidade), com expertise no assunto, para obter um bom Diagnóstico da localidade?
a) É claro que sim, pois do jeito que a metodologia adotada propõe vai-se perder tempo e recursos com improvisações, tentando reinventar a roda (ou inventar o cinema mudo).
b) Não, porque dificilmente uma consultoria técnica terá suficiente expertise para adivinhar o que pensa a Rede do Desenvolvimento Comunitário de uma localidade.
c) Não, porque não se trata de um diagnóstico técnico (ademais, em geral, os diagnósticos técnicos preocupam-se apenas com potencialidades e viabilidades econômicas e com carecimentos e necessidades em diversas áreas e assim, freqüentemente, deixam de levar em conta as potencialidades humanas e sociais presentes).
d) Não, porque em boa parte dos casos, os diagnósticos – mesmo quando incorporam dinâmicas participativas, de consulta à sociedade local – estão interessados em descobrir vocações capazes de constituir eixos de desenvolvimento a partir da análise racional da situação da localidade (a chamada “análise da realidade”). E isso às vezes é um problema porque, sobretudo nos diagnósticos técnicos, feitos por especialistas, esconde-se que tais vocações são escolhidas, não raro, a partir das visões dos seus elaboradores. Os especialistas já têm mais ou menos uma orientação na cabeça sobre qual direção deveria tomar o processo de desenvolvimento em uma localidade antes mesmo de fazer o diagnóstico. O seu trabalho passa a ser, então, justificar, a posteriori, por que a análise indica que tal caminho é o mais adequado.
e) Nenhuma das alternativas anteriores.

29 – Quais são os indicadores que deverão ser adotados para avaliar o processo de indução ao desenvolvimento local baseado no investimento em capital social?
a) Bastaria medir o IDH-M (Índice de Desenvolvimento Humano municipal).
b) Podem ser aplicados vários indicadores já existentes, que medem, por exemplo, as condições de vida da população.
c) Devem ser usados indicadores que medem o nível do capital social (e, portanto, que estejam relacionados diretamente às condições de convivência social da população da localidade e não propriamente às condições de vida dos seus indivíduos).
d) Sejam quais forem os indicadores utilizados, eles devem ser locais.
e) A melhor maneira de medir variações no nível do capital social é por meio de um experimento científico capaz de calcular a conectividade da rede social local (ou os graus de separação da rede social existente na localidade), mas os recursos para tanto são, em geral, inacessíveis para a maioria das localidades.
f) Bastaria medir o número de ações de interesse público realizadas em parcerias intersetoriais e o número de participantes voluntários envolvidos na execução dessas ações.
g) Nenhuma das alternativas anteriores.

30 – Como construir e aplicar os indicadores a que se refere a questão anterior (29)?
a) Deve-se contratar uma consultoria especializada em avaliação e monitoramento de programas de desenvolvimento para construir e aplicar tais indicadores.
b) Não é necessário construir novos indicadores (isso não seria possível, nem desejável, pois não permitiria a comparação com outros resultados de avaliações já disponíveis nos órgãos públicos e nas instituições voltadas à promoção do desenvolvimento). Assim, é melhor usar indicadores já disponíveis, de preferência os que estão sendo usados em políticas públicas.
c) A rigor, os indicadores em questão devem ser construídos e aplicados localmente, pois dependem do que cada sociedade local interpreta (e valoriza) como desenvolvimento.
d) Nenhuma das alternativas anteriores.

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